Misguided Ghosts
Há 1 mês
2014/03/17 @ 18:07
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"Minha vontade agora é sumir. Chamar você. Me esconder. Ir até a sua casa e te beijar e dizer que te amo e que você é importante demais na minha vida para eu te abandonar."
Tati Bernardi.  (via palavriou)
Há 1 mês
2014/03/17 @ 18:03
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"Caso meu amor não seja suficiente para fazer você ficar, pode ir agora. Você só terá que lidar com a ideia de que outros virão em seu lugar. Talvez o meu amor seja suficiente para eles, talvez eu quebre novamente a cara e vá para um hospital ou direto para um cemitério. Mas eu preciso arriscar, entende? É a minha felicidade que está em jogo. Se quiser ir, lide com a ideia de que quando quiser voltar, talvez eu já nem lembre mais o seu nome."
– Collins Williams.  (via animicida)
Há 1 mês
2014/03/17 @ 18:03

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Há 1 mês
2014/03/17 @ 11:19
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"Do amor, ele fez dor.
Da dor, ela transformou em rancor."
Emily has also loved.    (via acumulou)
Há 1 mês
2014/03/17 @ 11:18
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"Pense, pense bastante, pense sobre tudo, pense no que quer, no que já foi, no que vai ser, no que você errou, no que acertou. Mas não se esqueça de que enquanto você está pensando, o tempo está passando e outras pessoas já estão agindo."
Carol Alves. (via reverenciador)
Há 1 mês
2014/03/17 @ 11:18
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"Te espero ali, aqui. Na rua da sua casa, da padaria, do mercado. No ponto de ônibus, no cinema, na praça. Te espero no estacionamento, no casamento da minha tia, no aniversário do meu irmão. Na casa da dona Maria, na rua São José. Te espero na barraquinha do beijo, na doceria, no João do pão de queijo. Em qualquer lugar que eu esteja, irei esperar por você. Fiz de ti minha base de existência. “E agora?” você me pergunta. E eu te respondo: quero que continue assim, tudo bem pra mim. Posso te esperar por mais um mês, um ano… enfim."
Tabacos.   (via versificar)
Há 1 mês
2014/03/17 @ 11:17
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"Escreva. Seja uma carta, um diário ou umas notas enquanto fala ao telefone, mas escreva. Procura desnudar a tua alma por escrito, ainda que ninguém leia; ou, o que é pior, que alguém acabe lendo o que não queria. O simples ato de escrever nos ajuda a organizar o pensamento e a ver com mais clareza o que nos rodeia. Um papel e uma caneta fazem milagres, curam dores, consolidam sonhos, levam e trazem a esperança perdida. As palavras têm poder."
Paulo Coelho. (via romantizar)
Há 1 mês
2014/03/17 @ 10:01
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"Nem todo ponto final indica fim de história, pode ser só o começo de um novo parágrafo."
Caio Augusto Leite.   (via acumulou)
Há 1 mês
2014/03/16 @ 22:08
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"Você tem medo de se apaixonar. Medo de sofrer o que não está acostumada. Medo de se conhecer e esquecer outra vez. Medo de sacrificar a amizade. Medo de perder a vontade de trabalhar, de aguardar que alguma coisa mude de repente, de alterar o trajeto para apressar encontros. Medo se o telefone toca, se o telefone não toca. Medo da curiosidade, de ouvir o nome dele em qualquer conversa. Medo de inventar desculpa para se ver livre do medo. Medo de se sentir observada em excesso, de descobrir que a nudez ainda é pouca perto de um olhar insistente. Não suportar ser olhada com esmero e devoção. Nem os anjos, nem Deus agüentam uma reza por mais de duas horas. Medo de ser engolida como se fosse líquido, de ser beijada como se fosse líquen, de ser tragada como se fosse leve. Você tem medo de se apaixonar por si mesma logo agora que tinha desistido de sua vida. Medo de enfrentar a infância, o seio que criou para aquecer as mãos quando criança, medo de ser a última a vir para a mesa, a última a voltar da rua, a última a chorar. Você tem medo de se apaixonar e não prever o que pode sumir, o que pode desaparecer. Medo de se roubar para dar a ele, de ser roubada e pedir de volta. Medo de que ele seja um canalha, medo de que seja um poeta, medo de que seja amoroso, medo de que seja um pilantra, incerta do que realmente quer, talvez todos em um único homem, todos um pouco por dia. Medo do imprevisível que foi planejado. Medo de que ele morda os lábios e prove o seu sangue. Você tem medo de oferecer o lado mais fraco do corpo. O corpo mais lado da fraqueza. Medo de que ele seja o homem certo na hora errada, a hora certa para o homem errado. Medo de se ultrapassar e se esperar por anos, até que você antes disso e você depois disso possam se coincidir novamente. Medo de largar o tédio, afinal você e o tédio enfim se entendiam. Medo de que ele inspire a violência da posse, a violência do egoísmo, que não queira repartir ele com mais ninguém, nem com seu passado. Medo de que não queira se repartir com mais ninguém, além dele. Medo de que ele seja melhor do que suas respostas, pior do que as suas dúvidas. Medo de que ele não seja vulgar para escorraçar mas deliciosamente rude para chamar, que ele se vire para não dormir, que ele se acorde ao escutar sua voz. Medo de ser sugada como se fosse pólen, soprada como se fosse brasa, recolhida como se fosse paz. Medo de ser destruída, aniquilada, devastada e não reclamar da beleza das ruínas. Medo de ser antecipada e ficar sem ter o que dizer. Medo de não ser interessante o suficiente para prender sua atenção. Medo da independência dele, de sua algazarra, de sua facilidade em fazer amigas. Medo de que ele não precise de você. Medo de ser uma brincadeira dele quando fala sério ou que banque o sério quando faz uma brincadeira. Medo do cheiro dos travesseiros. Medo do cheiro das roupas. Medo do cheiro nos cabelos. Medo de não respirar sem recuar. Medo de que o medo de entrar no medo seja maior do que o medo de sair do medo. Medo de não ser convincente na cama, persuasiva no silêncio, carente no fôlego. Medo de que a alegria seja apreensão, de que o contentamento seja ansiedade. Medo de não soltar as pernas das pernas dele. Medo de soltar as pernas das pernas dele. Medo de convidá-lo a entrar, medo de deixá-lo ir. Medo da vergonha que vem junto da sinceridade. Medo da perfeição que não interessa. Medo de machucar, ferir, agredir para não ser machucada, ferida, agredida. Medo de estragar a felicidade por não merecê-la. Medo de não mastigar a felicidade por respeito. Medo de passar pela felicidade sem reconhecê-la. Medo do cansaço de parecer inteligente quando não há o que opinar. Medo de interromper o que recém iniciou, de começar o que terminou. Medo de faltar as aulas e mentir como foram. Medo do aniversário sem ele por perto, dos bares e das baladas sem ele por perto, do convívio sem alguém para se mostrar. Medo de enlouquecer sozinha. Não há nada mais triste do que enlouquecer sozinha. Você tem medo de já estar apaixonada."
Fabrício Carpinejar.  (via acrescentada)
Há 1 mês
2014/03/16 @ 21:46
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